BORBOLETA NEGRA (2017).
Este é o segundo filme dirigido por Brian Goodman que pavimentou no cinema uma carreira de ator, aparecendo em mais de 50 filmes. Borboleta Negra é um remake do filme televisivo francês Papillon Noir.
Este é o segundo filme dirigido por Brian Goodman que pavimentou no cinema uma carreira de ator, aparecendo em mais de 50 filmes. Borboleta Negra é um remake do filme televisivo francês Papillon Noir.
Este é o título do segundo longa metragem do cineasta suíço Frederic Mermoud. Antes de falar do filme vamos explicar o nome do filme que poderia parecer estranho para muita gente, mas se trata de um modelo de carro da Mercedes dos anos setenta. O filme é um thriller com uma narrativa inteligente e muito bem conduzida pelo diretor.
Este é o titulo do filme dirigido pelo sueco Ruben Östlund que mostra uma família (marido, mulher e duas crianças) que resolvem passar uma semana de férias numa estação de inverno. Mal sabem eles que na realidade estão indo para uma estação do inferno.
Os iranianos apreciam títulos enormes para os seus filmes, mas também tem por traço cultural festejar a chegada do Ano Novo com intensa queima de fogos de artifício. Mas o fim do ano também serve para que se as empresas promovem seus balanços, na vida privada muitos casais também acabam fazendo seus acertos de contas.
Os atores principais desempenham papel de grande importância no contexto da narrativa cinematográfica. Mas, por outro lado, isso não dispensa por exemplo a preponderância que muitas vezes instrumentos musicais desempenham em cena, no sentido ou de ajudar a contar a história ou muitas vezes reforçar uma cena.
Este é o título do filme dirigido pelo canadense Jean Paul Pouliot a partir de um roteiro de Ken Scott que mais parece uma conto do dinamarquês Andersen.
Depois de escrever dois ótimos roteiros, Sicário e A Qualquer Custo, o roteirista, ator e agora também diretor Tayllor Sheridan resolveu apostar suas fichas como cineasta. A história que ele escreveu para o seu filme se concentra numa reserva indígena em Wyoming onde ocorre um assassinato de uma jovem descendente de índios.
Se um cineasta como Woody Allen teve a capacidade de fazer humor com a morte, cunhando a frase :”Não é que eu tenha medo de morrer. É que eu não quero estar lá quando isso acontecer”, então é sinal que o espaço está aberto.
Neste ano de 2017 em que a obra de Karl Marx “O Capital” faz 150 anos, o cineasta haitiano Raoul Peck resolveu lançar um filme chamado O Jovem Karl Marx. Mas, a abordagem do filme precede o lançamento da obra que se tornou referência política e econômica.
Comédia da Republica Checa dirigida por Jirí Vejdelek que mostra Rudolf que com o seu taxi consegue como a maior proeza manter as suas aventuras amorosas, longe dos olhos da esposa. Ondrej genro de Rudolf que não sabe mentir e quer as coisas certinhas.
Sou do tempo das matinês onde os meus amiguinhos levavam gibis para serem trocados. Eu, na contramão, levava um caderno no qual fazia as anotações relativas ao fiLeia mais...